Ginecologista e obstetra Fertilidade Curitiba
Se tentar não está bastando, o próximo passo é investigar.
Atendimento em fertilidade para mulheres e casais. Investigação completa dos dois, resultados explicados em linguagem clara e um plano com começo, meio e fim.
É hora de investigar?
Quatro perguntas. Uma orientação clara sobre quando procurar ajuda.
O que costuma vir primeiro na investigação
Orientação geral baseada nas recomendações para investigação de infertilidade. Não substitui a consulta.
Dra. Helena Prado Médica CRM-PR 00000 RQE 00000 Formação em Fertilidade e Reprodução Humana
Vale investigar agora se…
Nem toda espera é igual. Algumas situações pedem uma conversa antes de completar um ano de tentativas.
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Você tem menos de 35 anos e tenta há mais de um ano
Doze meses de relações regulares sem contracepção é o ponto em que a investigação passa a ser indicada.
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Você tem 35 anos ou mais e tenta há seis meses
A partir dos 35, o prazo encurta pela metade. A reserva ovariana muda mais rápido e tempo passa a importar.
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Você tem 40 anos ou mais
Aos 40, não se espera. A avaliação deve começar junto com as tentativas.
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Seus ciclos são irregulares ou ausentes
Ciclo irregular costuma significar ovulação irregular. É uma das causas mais tratáveis — e não precisa de prazo para ser investigada.
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Há um diagnóstico prévio
Endometriose, ovários policísticos, cirurgia pélvica, infecção pélvica ou uma alteração conhecida no sêmen do parceiro já são motivo suficiente.
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Houve duas ou mais perdas gestacionais
Perdas de repetição têm investigação própria, diferente da infertilidade, e merecem ser olhadas com cuidado.
Como funciona a primeira consulta
Uma hora, de preferência com o casal. Saem com exames pedidos, prazos definidos e o caminho explicado.
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A conversa
Histórico dos dois: ciclos, gestações anteriores, cirurgias, medicamentos, hábitos, exames que já existem. Muita coisa se resolve aqui — e muita coisa que faltava aparece aqui.
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A investigação básica
Pedida de uma vez, para não perder meses entre um exame e outro.
Para ela
- Reserva ovariana: AMH e ultrassom com contagem de folículos antrais
- Avaliação da ovulação
- Trompas e útero: histerossalpingografia
- Tireoide e prolactina
Para ele
- Espermograma com análise completa
- Repetição se alterado, com intervalo adequado
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O diagnóstico, explicado
Cada resultado traduzido: o que significa, o que não significa, o que muda no plano. Sem veredito, sem jargão. Vocês saem sabendo o porquê de cada próximo passo.
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O plano
Casos de baixa complexidade são conduzidos no consultório: indução da ovulação, coito programado, inseminação intrauterina. Quando o caso pede fertilização in vitro, o encaminhamento é feito com o diagnóstico pronto — e o acompanhamento continua.
O que investigo e acompanho
- Síndrome dos ovários policísticos
- A causa mais comum de ovulação irregular. Costuma responder bem ao tratamento quando bem diagnosticada.
- Endometriose
- Dor, ciclos difíceis e dificuldade para engravidar. A conduta depende do estágio e do objetivo do casal.
- Baixa reserva ovariana
- Um AMH baixo não é um veredito. É um número que muda a estratégia e o tempo.
- Fator masculino
- Responde por cerca de metade dos casos. Por isso o espermograma vem no começo, não no fim.
- Perdas gestacionais de repetição
- Investigação específica: útero, tireoide, trombofilias, cariótipo do casal quando indicado.
- Infertilidade sem causa aparente
- Quando os exames básicos voltam normais, o diagnóstico não é “nada”. É um plano por etapas.
- Distúrbios da tireoide e da prolactina
- Alterações frequentes, fáceis de corrigir e que interferem diretamente na ovulação.
- Preservação da fertilidade
- Orientação sobre congelamento de óvulos para quem quer adiar com informação — e encaminhamento quando for a hora.
Quem vai te atender
Formação
O que as pacientes contam
Perguntas frequentes
Preciso ir com meu parceiro na primeira consulta?
É o ideal. A infertilidade é do casal: cerca de metade dos casos envolve um fator masculino, e o histórico dele importa tanto quanto o seu. Se não for possível, você vem sozinha e levamos a investigação dele em paralelo.
Quais exames devo levar?
Tudo o que já existe: ultrassons, exames hormonais, espermogramas anteriores, laudos de cirurgias. Não peça nada novo antes da consulta — a investigação é planejada para que nada se repita sem necessidade.
Quanto tempo leva até ter um diagnóstico?
Os exames básicos são pedidos de uma vez e costumam ficar prontos em quatro a seis semanas, respeitando a fase do ciclo em que cada um deve ser feito. A consulta de retorno fecha o diagnóstico e o plano.
Vocês fazem fertilização in vitro?
Não no consultório. Conduzo aqui a investigação e os tratamentos de baixa complexidade. Quando a FIV é indicada, encaminho para uma clínica parceira com o diagnóstico pronto e continuo acompanhando você.
Atende convênio?
Qual é o valor da consulta?
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Tenho mais de 35 anos e ainda não quero engravidar. Faz sentido consultar?
Faz. Uma consulta de planejamento avalia sua reserva ovariana e apresenta as opções — incluindo o congelamento de óvulos — para que a decisão de adiar seja tomada com informação, não com pressa depois.
Para ler antes da consulta
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